11 de agosto de 2011


— Mas me diga: Quando estávamos juntos,alguma vez você pensou em mim? Quer dizer… Sem eu precisar dizer que eu estava ali.
— Eu pensei em ti a todo o momento, a cada segundo que se passava. Meu coração disparava com um simples pensamento mais ousado com você. Minha boca clamava pela sua, meu coração clamava pelo seu, mas você sempre duvidou, sempre me questionou. Amor não se questiona, se sente, não se cobra, você dizia: me ame, me ame, me ame e eu me questionava baixinho: te amar mais do que já amo? Seria possível tal coisa? 
— O quanto você me amou? Eu… Me sinto tão… 
— Eu te amei mais do que a mim mesma. Não é exagero dizer-te que eu seria capaz de me meter em frente a uma bala por você. Eu me odiava tanto por sentir isso. Por ser tão dependente de ti. Esse amor… É como se fosse uma droga injetada em minhas veias, um pouco pior, mais forte, quanto mais pisas em mim mas me sinto enojada por não conseguir desistir. Por me erguer cada vez mais persistente pensando que algum dia você vai acordar e sentir tudo aquilo o que me dizia sentir.
— Eu não sei o que dizer…
— Não se preocupe com isso meu amor, é tarde demais para ser dito algo. Eu te amo, sempre vou amar. Mas aprendi que amor não se implora,  nem se almeja. Prefiro vê-lo com outra ao vê-lo infeliz. Por isso te deixo livre. Aprenda a amar, aprenda, aprenda, aprenda. Só assim vais entender tudo o que lhe disse aqui. Agora pode ir. Já disse tudo o que querias ouvir. Vai… Vai ser feliz. 

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